domingo, 28 de maio de 2017

TAMBÉM DEI 2 (DE)MÃOS POR PALMELA

Ontem tive um dia feliz!💓👩

Este ano inscrevi-me como voluntária no projeto «2 (de)mãos por Palmela», uma fantástica iniciativa da Câmara Municipal, que tem conseguido dar maior beleza à nossa vila histórica, colocando tintas e pincéis nas mãos das gentes da terra. 
O projeto visa promover e embelezar o centro histórico de Palmela, sendo esta a 4.ª edição, e conta com o apoio do Centro de Reciclagem de Palmela (no âmbito do Programa Mecenas) e com o patrocínio da Magjacol. Este ano contou também com o apoio da Junta de Freguesia de Palmela (que preparou alguns dos locais para as pinturas), da empresa Booking.com (através do envio de voluntários) e de produtores/empresas locais.

E foi ontem o dia de pôr a «mão na massa» e um enorme grupo de voluntários de todas as idades se juntou em torno de baldes de tintas, de trinchas e rolos, com o objetivo de embelezar o Parque Venâncio Ribeiro da Costa (Esplanada do Castelo) e o Lavadouro de Sant'Ana. Não sei precisar quantos eramos, mas sei que o grupo estava animado e com muita vontade de começar, contando também com a participação de Álvaro Amaro (Presidente da Câmara) e com a vereadora Adília Candeias.

Após a já habitual foto de grupo, fizeram-se equipas de trabalho. Eu fiquei no grupo do mestre Jorge e seguimos para o Parque Infantil, onde começámos por limpar o espaço, preparando-o para as pinturas. A minha equipa era diversificada e rapidamente estabelecemos uma boa relação entre todos, conseguindo uma ótima organização e distribuição de tarefas.
Durante algumas horas de trabalho demos cor e luz a um espaço tão importante para nós, palmelões, e para quem visita o nosso castelo, tornando o espaço mais agradável e bonito. Colorimos de branco os muros do parque infantil e toda a zona do parque de merendas, dando ainda uns laivos de cor a bancos e detalhes.





Outros grupos intervieram nos restantes espaços da Esplanada do Castelo, como escadas, auditórios, muros, mesas e bancos de piquenique, e no Lavadouro, deixando toda a zona intervencionada com um novo brilho, em troca de um agradável sentimento de orgulho e pertença num espaço que é de todos nós.

Vim para casa de corpo muito cansado, mas de alma cheia e de coração tranquilo.
Estive no projeto das 9 da manhã às 6 da tarde e dei o meu melhor, mas ganhei muito mais. Convivi bastante, fiz amizades, conheci mais de perto algumas pessoas que conheço há anos, diverti-me, relaxei, esqueci-me do dia a dia, das chatices, dos problemas, das preocupações. Estive em contacto com a natureza, enchi-me de ar puro, meditei um pouco... Foi muito bom!!!!!

Agradeço bastante esta oportunidade à CMP.
Para o ano, contem de novo comigo!!









terça-feira, 16 de maio de 2017

BOLACHAS DE MANDIOCA COM ESPINAFRES (PALEO)

Que tal mais uma receita de bolachinhas Paleo?
Agora que vou interiorizando o conceito desta dieta alimentar, começo a aventurar-me na criação de receitas, incluindo bolachas e outros snacks.
E foi assim que criei as minhas bolachas de mandioca e espinafres, que poderão experimentar e adaptar ao vosso gosto pessoal. (As minhas não ficaram muito doces, mas a malta não-paleo acabou com elas num instante.)

BOLACHAS DE MANDIOCA E ESPINAFRES

Ingredientes:
- 2 ovos
- 2 colheres de sopa de iogurte grego
- um fio de azeite
- folhas de espinafres cruas (a gosto) - eu usei umas 10
- 3 colheres de sopa de farinha de mandioca
- 3 colheres de sopa de polvilho (usei doce)
- 3 colheres de sopa de mel
- 1 colher de sopa de canela
- 1 colher de sopa de sementes de sésamo

Modo de Preparação:
- Juntei todos os ingredientes num recipiente e fui mexendo, tendo o cuidado de ir intercalando os sólidos com os mais líquidos. 
- Bati a mistura com uma varinha mágica, até ficar uma massa homogénea.
- Coloquei pequenas porções num tabuleiro untado com manteiga e polvilhado com polvilho doce.
- Levei ao forno pré-aquecido, a 180 ºC até ficarem cozinhadas.


sexta-feira, 12 de maio de 2017

«O MELHOR ESTÁ PARA VIR», DE SUSANA SILVA

O último livro que a Chiado Editora me ofereceu chama-se «O melhor está para vir» e foi escrito por Susana Escrita, a autora de «Ao som dos tambores», sobre o qual dei a minha opinião AQUI.

Tenho de começar por dizer que, neste livro, noto um maior amadurecimento e confiança na escrita
de Susana Silva, que continua a mostrar-se cativante e de fácil leitura, levando-nos a ficar presos à história para vê-la terminar num instante.

Desta vez, a autora brinda-nos com um romance, uma história da vida real, um rol de episódios e de vivências dramáticas e de amor, que poderiam ter acontecido com qualquer um de nós. Apela ao coração, fala-nos de sentimentos, desperta os nossos sorrisos e provoca comoção, envolvendo-nos na vida das personagens, com as quais vamos traçando afinidades.

A história tem como pano de fundo o problema da violência doméstica, o qual não é abordado de forma muito intensa, mas que conduz todo o enredo e marca as personagens que vão aparecendo e os momentos mais tensos do livro.

Anita e a sua mãe saem de casa numa noite escura, fugindo do homem que as trata mal e procurando uma nova vida. Sem destino certo, ambas sabem que têm de recomeçar num novo sítio, com novas relações, deixando tudo para trás.
É numa pequena freguesia que as suas vidas recomeçam, graças ao apoio da família de Amália, uma nova amiguinha de Anita, que o destino traz até elas.
Também esta família estava a precisar de ajuda e a comunhão que as duas mulheres e as duas crianças conseguem vai mudar para sempre o destino de todos.

Gostei muito da história deste livro. Muito mesmo.
É um livro pequeno, com apenas 147 páginas, que se lê muito bem e que nos toca de várias maneiras. É um romance com vários dramas, que nos aproximam das personagens e que nos levam a querer ler sempre mais um pouco na ânsia de descobrir um desfecho feliz.

Durante a leitura, não resisti à tentação de sublinhar algumas frases, como se se tratassem de pequenas lições cozinhadas em histórias de vida e sei que, quando voltar a pegar nesta obra, irei lê-las e refletir sobre a vida que tenho e o quanto devo dar graças por ela.

terça-feira, 9 de maio de 2017

«RECORDAR-TE», DE ALEXANDRA CONDUTO

No domingo fui ao lançamento do segundo livro de poemas da escritora Alexandra Conduto, uma poetisa de sentimentos, uma mulher simples, emotiva e talentosa que nasceu e cresceu em Mina de S. Domingos, no Alentejo.

«Recordar-te» é um livro de poemas fantásticos, carregados de amor e saudade, que Alexandra Conduto dedica ao seu falecido pai, um ser humano maravilhoso com quem tinha uma grande cumplicidade.

O lançamento do livro aconteceu no auditório do Museu da Música Mecânica, em Pinhal Novo, reunindo amigos, familiares e admiradores da poesia da escritora, que com ela comemoraram mais este passo no mundo literário, num evento carregado de emoções e de histórias, apresentado pela Dra. Isolina Jarro.

Para abrilhantar o acontecimento, a poetisa contou com alguns momentos musicais com a grande fadista Ana Pacheco, acompanhada por dois fantásticos guitarristas, um deles o filho da escritora, Rafael Conduto. Foram momentos que embelezaram o evento, musicalizando a poesia de Alexandra.

Foto de Victor Conduto



Além disso, alguns poemas do livro foram lidos por amigos e admiradores da escritora, entre os quais a sua própria irmã que, convidada inesperadamente, nos tocou a todos com a grande emoção com que leu um poema de dor e saudade do pai.


Também fui convidada a participar e li dois dos poemas do livro: «Que o céu seja um momento» e «Foi aqui».
Eu estava muito nervosa, pois não estou acostumada a ler poesia em público e em voz alta, mas gostei bastante da experiência, até porque os poemas são maravilhosos e o ambiente estava muito acolhedor.


Foto de Victor Conduto

A mãe da escritora, visível e verdadeiramente emocionada, também quis marcar o evento com um bonito momento musical, cantando-nos o «Hino do Mineiro», profissão do falecido esposo e que tão orgulhosamente foi falada ao logo da tarde.


No final, houve tempo para os habituais autógrafos e para um cocktail com os produtos da nossa região.

Desejo o maior sucesso à poetisa e fica aqui a promessa de aqui vir deixar a minha humilde opinião sobre todo o livro e de propor que Alexandra Conduto me responda a algumas perguntas para a rubrica «Novos Autores».

Foto de Victor Conduto

sábado, 6 de maio de 2017

DESCOBRIR A CABRA SECRETA QUE HÁ EM NÓS... PARTE I

Tenho andado a ler um livro fantástico da Editorial Bizâncio, com o qual me divirto, ao mesmo tempo que reflito sobre a minha forma de estar e de ser, aprendendo como melhorar a minha autoestima e reforçar a autoconfiança.

Na realidade, considero a obra «Descubra a Cabra Secreta que Há em Si», de Elizabeth Hilts, uma verdadeira sobremesa de auto-ajuda, com ingredientes mágicos de bom-humor.
Sem ter aquele «peso» de mensagens tipo «deves fazer assim» ou «tens de ser assim», nem recheio de fórmulas e testemunhos, é um livro cheio de ideias fáceis e exequíveis, escrito de uma forma atual e divertida.

E como estou a relacioná-lo com o meu «eu» e a aprender com ele a valorizar-me, sendo a tal «cabra«» saudável que todos temos em nós e que, muitas vezes, se esconde e nos faz tão mal cá dentro?
Fácil: lendo, rindo (não será esta uma das melhores formas de aprender?), tomando apontamentos e escrevendo por aqui. LOL

O que sairá desta leitura, análise e escrita?
Veremos. (Também estou curiosa.)


PARTE I - TOXIMPATIA VS CABRA EM MIM

Não sei se acontece convosco, mas eu sofro (e já sofri ainda mais) de uma «doença» à qual Elizabeth Hilts deu o nome de TOXIMPATIA: uma simpatia tóxica, que me leva a dizer muitas vezes «sim» quando devia ter dito «não«», acabando por me prejudicar.
Esta «doença» revela-se em mim através da pressão que imponho a mim mesma de ser sempre politicamente correta. Tenho muitas dificuldades em dizer «não» à maioria das pessoas, principalmente a quem está perto de mim, aos amigos e à família, o que não é, de todo, muito saudável, na medida em que, quando estou a aceitar tudo, não penso nas consequências que isso terá para mim, nem se a pessoa realmente merece ou não uma resposta positiva.
É também graças a esta toximpatia que ajo muitas vezes de acordo com o que esperam de mim e que peço desculpa quando algo não funciona, sentindo-me francamente culpada quando não fui capaz de corresponder às expetativas ou os resultados do meu «sim» não foram os melhores.
Claro que esta excessiva postura de pensar primeiro nos outros e depois em mim me tem trazido desvantagens, permitindo que muita gente me «coloque a pata em cima», aproveitando-se da minha boa vontade e desiludindo-me quando sou eu a precisar que me respondam na afirmativa.
Na verdade, acaba por haver uma altura em que, com algumas pessoas, após tantas desilusões e «patadas», não aguentando mais de tanto encher o peito, a alma e o coração, eu «rebento», salta-me a «tampa» e deito boca fora tudo o que quero e não quero, tudo o que queria dizer naquele momentos e mais algumas das mágoas que deveria ter confessado ao longo de (por vezes) anos de convivência.


A CABRA:
E como supera isto a «cabra que há em nós»?

Primeira dica: começar por substituir o «sim» pela frase «não me parece». Ora, experimentem lá!
Assim, ficamos com tempo para pensar na resposta que mais nos beneficiará ou, pelo menos, não nos prejudicará, levado-nos a fazer coisas que não nos apetece ou não gostamos.

Posso dizer-vos que, durante anos, precisei mesmo desta frase, de interiorizá-la e usá-la frequentemente. Tantas horas de trabalho a que me teria poupado! Tanto tempo que teria sobrado para cuidar de mim mesma em vez de cuidar dos outros! Tantas lágrimas teria evitado! Tantas pessoas negativas e tóxicas que não teriam tido a oportunidade de se aproximar demasiado de mim!

Felizmente, em relação ao trabalho, os 11 meses em que estive em casa de baixa ajudaram-me a ser mais cabra, que é como quem diz a proteger-me mais. Mas tive de sofrer as tais desilusões. Entre conversas nas costas, silêncios, juízos de valor, costas voltadas e um telefonema a pedir um «sim» de trabalho em plena doença, várias foram as «ajudas» que recebi e que puxaram para cima a cabra que guardava bem quietinha.

Sem ter de deixar de ser simpática e disponível, como aliás me está na massa do sangue, deixando revelar-se a tal cabra consigo ser mais firme, menos submissa, mais assertiva, mais amiga de mim mesma... e ainda me vai sobrar tempo e paciência!

Por isso mesmo, aconselho toda a gente a soltar mais o seu eu interior, pensando muito si, sem culpas nem medo de ser egoísta. E aposto que este livro vai ajudar a encontrar um caminho muito mais ameno, divertido e livre.

terça-feira, 2 de maio de 2017

"AMOR ÀS CLARAS"... UM NOVO LIVRO... UM NOVO PASSATEMPO...

Há muito que não deixava aqui uma sugestão de leitura. Tenho andado aqui a "meio gás", mas quando me surge algo assim tão fantástico não hesito em vir logo mostrar a toda a gente.
Desta vez, venho apresentar-vos a nova obra de Laura Kaye com lançamento previsto para o próximo dia 17 de maio, numa edição "O Castor de Papel", um selo editorial da 4Estações Editora. Refiro-me a "Amor às Claras", um envolvente e enigmático livro que vem continuar a incrível história de "Corações na Escuridão".

Vamos levantar um pouco o véu e olhar para dentro da nova obra?


E porque não dar já a hipótese a um dos meus seguidores de ser dos primeiros leitores a conhecer esta obra? Claro que é uma ótima ideia!
Vamos a um passatempo?

PRÉMIO:
1 exemplar do livro "Amor às Claras", de Laura Kaye, enviado diretamente pela editora

REGRAS DE PARTICIPAÇÃO:
- Ser seguidor da página do blogue "Faces de Marisa";
- Ser seguidor da página da editora "O Castor de Papel";
- Sigam os blogues dos 2 parceiros: AQUI e AQUI;
- Partilhar publicamente o passatempo numa rede social, identificando 3 amigos na partilha;
- Preencher corretamente todos os dados do formulário. (https://goo.gl/forms/7dQFd0gfHtOeXrki1)

REGRAS DE PARTICIPAÇÕES EXTRA:
- Ser seguidor de "Faces de Marisa" no BLOGLOVIN;
- Comentar um post do blogue (diferente deste);
- Subscrever a newsletter da editora;
- Partilhar publicamente o link do vídeo de divulgação da obra numa rede social. (https://youtu.be/Jsc4gpP6FA8)

NÚMERO DE PARTICIPAÇÕES:
Se cumprirem apenas as regras obrigatórias, é válida 1 participação por seguidor/perfil.
Cada regra extra dá direito a uma nova participação, desde que seja feita uma nova partilha, com a identificação de diferentes amigos, e preenchido novamente o formulário. (Usando todos os extras, poderá preencher 5 vezes o formulário, correspondendo a 5 participações válidas)

segunda-feira, 1 de maio de 2017

BOLACHAS DE AVEIA PALEO

Tenho de partilhar convosco as minhas primeiras criações de bolachas paleo.
Procurei informar-me, li muito e fui à aventura com um pacote de flocos de aveia...
Foram 2 experiências que resultaram, numa tentativa de tirar o melhor partido dos ingredientes que já tinha cá em casa.
São 100%, sem aditivos e com um saborzinho gustoso.
Falta a aprovação dos não-paleo!

BOLACHAS DE AVEIA E MANDIOCA

Ingredientes:
1 banana
4 colheres de sopa de farinha de mandioca
4 colheres de sopa de flocos de aveia
1 ovo
2 colheres de mel
canela (q.b.)

Modo de preparação:
Aqueci o forno a 180ºC.
Juntei as farinhas numa tigela. Esmaguei uma banana num prato e juntei às farinhas. Misturei.
Juntei o ovo e o mel e mexi muito bem.
No final, juntei canela e mexi melhor até a mistura ficar o mais homogénea possível, apesar de se notar a forma dos flocos.
Barrei um tabuleiro com manteiga dos Açores e polvilhei com farinha de mandioca.
Distribuí o preparado pela forma, de modo a fazer umas bolachinhas e levei ao forno por 15/20 minutos.


BOLACHAS DE AVEIA E LEITE DE COCO

Ingredientes:
5 colheres de flocos de aveia
5 colheres de leite de coco
5 colheres de polvilho doce
2 colheres de sementes de sésamo
2 colheres de mel

Modo de preparação:
Aqueci o forno a 180ºC.
Coloquei o leite numa tigela e, aos poucos, fui mexendo e juntando o polvinho doce e depois a os flocos de aveia. Juntei as sementes e o mel e mexi muito bem, até obter uma mistura mais consistente, mesmo se notando a forma dos flocos.
Barrei uma forma com manteiga dos Açores e polvilhei com pulvilho.
Fiz umas bolachinhas com o preparado e levei ao forno por 15 minutos.