segunda-feira, 31 de julho de 2017

IVETE SANGALO NO MEO ARENA


No sábado fui com o meu amor Luís ao concerto de Ivete Sangalo, no Meo Arena, promovido pela emissora Tropical FM.
Chegámos lá por volta das 19h30 e as portas já estavam abertas.
Os nossos bilhetes eram para a plateia, pelo que ficámos quase próximos do palco e deu para aproveitar bem as duas horas e tal de espera pela grande diva da música brasileira.
No palco, a animar o pessoal, estava uma equipa de monitoras de um ginásio, que desafiavam todos a uns passos de zumba. O ambiente era já muito empático, descontraído e alegre.

Seguiram-se dois pequenos concertos de Adriana Lua e de Paulo Sousa, os quais também agradaram bastante a toda a plateia, que dançou e cantou as suas canções.
Não conhecia a cantora brasileira, nem as suas músicas, mas gostei da sua voz e da forma animada como dinamizou o concerto e interagiu com o público.

Também não conhecia o cantor português Paulo Sousa, mas percebi que muitas das suas músicas são bastante conhecidas do público em geral. Inclusivamente, algumas fazem (ou fizeram) parte das bandas sonoras de novelas portuguesas, como é o caso de «Eu não vou» (de «Ouro Verde»), de «Todos os Dias» (de «Massa Fresca») e de «Onde Quero Estar» (de Santa Bárbara»).
Gostei muito de o ouvir. Tem uma voz muito bonita e afinada. Pareceu-me pouco à vontade em cima do palco e na interação com o público. Talvez tenha pouca experiência em palco.


Depois de alguns momentos de espera, acompanhados por música que toca na Tropical FM, foi com grande euforia que recebemos a grande estrela da música brasileira, que encheu o palco com a sua alegria contagiante, o seu ritmo frenético e a sua energia positiva e brilhante.
Ivete Sangalo é uma cantora magnífica, com uma voz extraordinária e uma presença magnificente em palco. É bonita e vibrante, tem um sorriso encantador e espalha jovialidade e força de viver.
Cantou os seus temas mais conhecidos, principalmente os mais alegres e animados, intercalando entre antigos e recentes.

Para mim, houve dois momentos altos no concerto: um a nível geral e outro particularmente.
Um dos momentos foi a homenagem que Ivete Sangalo fez à sua carreira, cantando os seus primeiros temas (ainda como vocalista da «Banda Eva») e outros que a tornaram a diva da música brasileira. Enquanto cantava, íamos vendo imagens suas (entre fotos e vídeos), projetadas no fundo do palco. Foi um momento muito bonito, que valorizou o seu trabalho e nos deu a conhecer um pouco melhor a artista, através de uma retrospetiva interessante.
Pessoalmente, tenho de destacar o momento em que Ivete Sangalo cantou o tema «Quando a chuva passar», num ambiente de romance e ternura, com muitas luzinhas acesas e uma energia de amor no ar.
Adoro este tema e foi impossível não me emocional gigantemente ao ouvi-lo cantado ao vivo. É uma música com um enorme e importante significado para mim e para o Luís, que só nós dois compreendemos e vivenciamos, por isso foi um momento mágico e único para nós, quase como um hino ou um «dar Graças».

Contagiada que estou ainda pela maravilhosa noite de sábado, apetece-me já começar a planear o próximo grande concerto... Será com Shakira?







domingo, 30 de julho de 2017

«O DIA EM QUE O MAR VOLTOU», DE MIGUEL GIZZAS

Quem conhece este meu blogue sabe da admiração imensa que tenho pelo escritor/autor/cantor Miguel Gizzas. Conheci-o através da sua primeira obra editada e fiquei completamente rendida à sua escrita e às suas músicas.
Este homem talentoso, mas modesto e simples, lançou um novo conceito de literatura e de música, juntando-os numa só obra completa e que desperta mais os nossos sentidos: um romance musical. Um livro que traz música a acompanhar. Capítulos que vêm musicados. Poemas com som que podemos ouvir enquanto lemos, através de códigos QR.
Sobre o primeiro, já AQUI escrevi.
Sobre o segundo, não poderia deixar de aqui voltar para escrever.

«O dia em que o mar voltou» conta-nos a história de uma catástrofe a acontecer em Lisboa, num futuro próximo. Um terramoto, um tsunami... e a capital volta a ficar destruída a 13 de dezembro de 2024, tal como aconteceu em 1755.
Enleadas com esta grande história, surgem outras, de vida e de morte, de amor e amizade. Surgem personagens e momentos das suas vidas, todas elas diferentes e afastadas umas das outras, mas que, naquele fatídico dia, se cruzam e se modificam.

Ao contrário do que fiz com o primeiro livro, desta vez conheci primeiro todos os temas do CD que o acompanha, deixando-me encantar com as letras e as melodias. Num estilo português muito próprio, quase uma comunhão de pop, fado, música popular e baladas, Miguel Gizzas encanta com a sua voz doce, apaixonada e segura, interpretando poemas que lhe saem da alma e do coração.

Só mais tarde comecei a ler o livro.
Tal como aconteceu com o primeiro, comecei por gostar isoladamente das histórias dos primeiros capítulos, que surgem desligadas umas das outras e que apresentam as personagens, parecendo trata-se de um livro de contos, não havendo ligação entre elas. Mera ilusão. Todas foram importantes para me aproximar das personagens principais do livro, que se cruzaram devido à catástrofe que mudou para sempre as suas vidas.
Também gostei bastante da história central, da forma pormenorizada, sem ser cansativa, como são descritos o terramoto e o tsunami, a sua evolução, os efeitos, os resultados... Quase que a tragédia nos apresenta Lisboa, nos faz uma visita guiada, destruindo os percursos, mas valorizando o património, deixando-nos cientes do que perderíamos (ou perderemos) se (ou quando) uma calamidade destas acontecesse (ou acontecer).
A escrita de Miguel Gizzas continua a agradar-me amplamente. Gosto do estilo, da harmonia de descrições, narrações e diálogos, da criatividade, da simplicidade e musicalidade das frases. Apesar do primeiro livro estar já muito bem escrito, este mostra um amadurecimento do escritor, uma afirmação maior, uma evolução.

Desta vez, achei os temas musicais menos reveladores e essenciais na história. Apesar de bons poemas e melodias, parecem-me mais afastados das personagens do que os de «Até que o mar acalme», menos pertencentes a uma história global e menos coesos com o livro.
Isto também pode estar relacionado com a forma como conheci as músicas e livro, diferente do que acontecera com o primeiro. (Por isso aconselho a que descubram o romance musical como um só, ouvindo os temas à medida que os seus poemas surgem nos capítulos).

Para terminar, tenho mesmo de deixar aqui os meus parabéns a Miguel Gizzas por esta obra de grande qualidade, desejando-lhe o maior sucesso e o devido pedestal no panorama musical português e nas livrarias de todo o país.

Mais sobre Miguel Gizzas aqui no blog:
- Mais música, mas em português...
- Um ensaio especial de Miguel Gizzas e Ricardo Carriço
- Final conheço... o novo livro e cd de Miguel Gizzas
- Miguel Gizzas em concerto, na Amadora


segunda-feira, 24 de julho de 2017

PRATOS COLORIDOS

Gosto de pratos coloridos, com misturas harmoniosas e até pouco vulgares.
Gosto de criá-los com o que está à mão, até bem cedo de manhã.

Bom apetite!!

Peito de frango frito em azeite, alface e rúcula temperadas com o molho do frango, 
melancia e laranja a acompanhar.

Bife de vaca grelhado, espinafres temperados com azeite, amêndoas torradas 
e abacaxi natural grelhado na chata.

Hamburguer grelhado, iogurte grego, amêndoas, espinafres, passas, sésamo, 
rodelas de courgete grelhadas com queijo a derreter.

Corações de frango fritos, ovo cozido, alperces secos, amêndoas e espinafres.
Bebida: café.

Ovo mexido em manteiga com cebola, coentros e torresmos, meloa, 
queijo fresco em creme, alface temperada com azeite, chia e sésamo.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

ACABAR COM A PROCRASTINAÇÃO?

Foi há poucos anos que conheci a palavra procrastinação, apesar de contactar com muita gente a quem a mesma se aplicava. Pessoas essas que deixavam tudo «para amanhã», que ficavam apáticas e passivas perante o que tinham para fazer, que não deitavam logo «mãos à obra» e deixavam tudo para o fim do prazo.
Na altura, essas pessoas irritavam-me um bocado. Admito, confesso! Não conseguia percebê-las. Eu não era capaz de fazer nada sobre pressão nem de lidar com a ansiedade de ter algo por fazer. Por isso, não compreendia. Aceitava (óbvio!), mas não compreendia. No passado!!!!
Hoje em dia vejo-me a fazer o mesmo. Aliás, nos 2/3 últimos anos conheço intimamente a palavra procrastinação, lido com ela no meu dia a dia, luto com ela em batalhas muitas vezes invencíveis e sempre exaustivas.
Não sou assim. Mas tenho sido. (E muito me custa admitir, acreditem!)
Nem tem sido só no quotidiano que o sinto. Mesmo na gestão do tempo livre, das férias, dos fins de semana. Sempre fui de organizar saídas, de ter ideias, procurar opções... Nunca fui de ficar parada e sempre aproveitem bem o tempo e todas as oportunidade.
No entanto, tenho andado (quase que) preguiçosa, mole, com pouca iniciativa e proatividade. E não quero. Quero voltar a mim mesma. E vou conseguir!

Sei que estão intrínsecas em mim as capacidades de organização e de gestão do tempo.
No entanto, é sempre bom ler algumas dicas sobre autodisciplina, pelo menos para organizar o pensamento.
Penso que as ideias da coach Susana Torres poderão ajudar-me um pouco. Li o seu artigo e resumi-as para aqui colocar. (Pode ser que alguém precise também!)



«COMO TE TORNARES DISCIPLINADO EM 3 PASSOS»

1.º PASSO - Conectar-nos emocionalmente com os nossos sonhos e objetivos, todos os dias, lembrando-nos da sua importância e prevendo como nos sentiremos quando os alcançarmos.

Exercício: todos os dias, ao acordar, visualizar-nos no futuro a alcançar o objetivo,
imaginando o que sentimos, ouvimos, cheiramos...

2.º PASSO - Focar-nos no que temos para fazer, priorizar os objetivos, fazê-los em primeiro lugar e sem ceder a outras tarefas, solicitações ou distrações.

3.º PASSO - Agendar a tarefas, anotando-as e definindo (e cumprindo) um horário para as fazer.

NO FIM...

quarta-feira, 19 de julho de 2017

EU, OS SOBRINHOS E O «JOÃO PÉ DE FEIJÃO»

No domingo, a convite da «BYFURCAÇÃO», fui assistir à peça «João e o Pé de Feijão», em cena no Museu Nacional de História Natural e da Ciência.
Desta vez, levei comigo os meus sobrinhos Margarida e Duarte (7 e  11 anos), com os quais passei um dia maravilhoso, carregadinho de cultura, divertimento e carinho.

Sempre que assisto a uma peça infantil desta companhia teatral fico com vontade de abraçar os seus atores, pois todos eles mostram tanto prazer e profissionalismo naquilo que fazem que só podem ter nascido para o fazer. É tocante (e reconfortante) observar os seus movimentos, ouvir as suas piadas, reparar em pequenos pormenores (que marcam a diferença em cena), ficar presa do início ao fim em histórias que conheço há décadas mas que, contadas assim, me surpreendem e apaixonam sempre. E é claro que o mesmo aconteceu neste domingo.

A peça «João e o Pé de Feijão», um clássico da literatura infantil, surge-nos numa versão divertida, dinâmica e colorida. Nem moderna, nem demasiado convencional, toda ela motiva a atenção de miúdos e graúdos, tanto com os seus cenários, guarda-roupa e acessórios minimalistas mas criativos, atrativos e (quase) mágicos, bem como com uma encenação que envolve e nos prende ao texto.

O espaço do museu onde decorreu a peça, o Jardim Central, também ajudou ao sucesso da mesma, complementando-a e permitindo que o público estivesse próximo dos atores, que com ele foram interagindo.

Eu gostei mesmo muito e posso dizer que ri do início ao fim da peça. (Será que demais?)
Senti-me criança outra vez e deixei-me encantar por toda a história... 
Felizmente tenho esta capacidade de deslumbramento, que se expande e me envolve proporcionalmente à qualidade da arte.





Como sabem, a BYFURCAÇÃO ofereceu dois bilhetes duplos aos seguidores deste blogue.
Os vencedores também nos deixaram a sua opinião que agora partilho convosco.
Muito obrigada!


«Olá bom dia, como é apanágio da Byfurcação uma peça fantástica, o meu filhote de 3 aninhos adorou e agora está sempre a pedir-me para cantar a música do gigante.Obrigado pelos convites.»
Rodrigo Bernardo


«A minha filha adorou. Obrigada.»
Manuel Pereira

quinta-feira, 13 de julho de 2017

NOVIDADES BIZÂNCIO - HOJE NAS BANCAS

Não é segredo nenhum que sou fã dos livros da Editorial Bizâncio, principalmente dos infanto-juvenis. Por isso, foi com muito agrado que recebi notícias, em primeira mão, das novidades que estão mesmo a chegar.
Ora vejam:

Título: «As 10 Invenções de Picasso»
Autor: Manuela France
Nº de páginas: 176              

PVP: 15,00 (com IVA)
Sinopse: 
PICASSO continua a ocupar um lugar especial na história da arte mais de 40 anos após a sua morte. Tendo em vista uma melhor compreensão da sua obra prolífica, este livro descodifica as 10 invenções mais importantes desse génio polivalente. Ousadas, radicais, por vezes provocadoras, todas elas mudaram para sempre a face da arte e inspiraram várias gerações de artistas nos quatro cantos do mundo. Não será Pablo Picasso, também, uma figura essencial da arte contemporânea?




Título: Porque tem a Arte tanta gente nua?
Autor: Susie Hodge
Nº de páginas: 96              

PVP: 15,00 (com IVA) 

Sinopse: Com perguntas e respostas diretas e divertidas sobre as artes visuais, desde a Arte Rupestre ao Cubismo, e do Renascimento à Arte Contemporânea, este livro ajuda os jovens leitores a perceberem melhor a arte e a interessarem-se por ela.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

"JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO" - UMA PEÇA BYFURCAÇÃO

"JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO" (M/3)
Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Lisboa

DE 1 JULHO A 30 SETEMBRO

SÁBADOS ÀS 16H00
DOMINGOS ÀS 11H30 E ÀS 16H00


A Byfurcação apresenta mais um espetáculo para a infância, na Jardineta do Museu Nacional de
História Natural e da Ciência. Um espetáculo onde as
crianças serão convidadas a acompanhar a evolução deste clássico de uma
forma divertida e participativa. Com muita cor, musica e alegria.

Sinopse:
João e o Pé de Feijão é um conto de origem inglesa, amoral e controverso.
Nele se retrata a aventura de um rapaz que vivia com a sua Mãe e que por não terem o que comer, têm de vender a vaca Malhadinha, único sustento da familia. No caminho para a feira encontra um feiticeiro que lhe oferece 5 feijões mágicos, em troca da vaca. 
Daí para a frente as aventuras de João sucedem-se, até que acaba por roubar um gigante de uma forma impune.
Desde uma galinha que põe ovos de ouro, até uma harpa falante, todos os elementos são envolventes para o público mais pequeno.
No final da estória, João e a sua Mãe arrependem-se, da ganância, da avidez, prometendo não voltar a usar meios pouco convencionais para obter riqueza.

FICHA TÉCNICA
Adaptação do Texto: Sérgio Moura Afonso
Encenação: Sérgio Moura Afonso
Interpretação: Maria Curado Ribeiro; Rafael Serra e Ricardo Karitsis
Música Original: Nuno Cintrão
Figurinos e Cenografia: Flávio Tomé
Desenho de luz: Byfurcação Teatro
Ilustração: José Frutuoso
Operação de som: Byfurcação Teatro
Produção: Byfurcação Teatro

PASSATEMPO A DECORRER:
(clicar na imagem)


segunda-feira, 10 de julho de 2017

MIGUEL GIZZAS EM CONCERTO, NA AMADORA

Foi no Cineteatro Municipal D. João V, na Amadora (Damaia), que voltei a ter o prazer de assistir a um concerto de Miguel Gizzas, o músico-escritor que teve a brilhante ideia de dar música às palavras dos seus livros.

Este concerto foi uma forma de Miguel Gizzas dar a conhecer um pouco do seu novo livro, «O Dia em Que o Mar Voltou», bem como das músicas que o acompanham e completam.

Em cerca de 2 horas de espetáculo, o autor leu pequenos excertos do livro, recitou algumas letras com acompanhamento musical, cantou temas das 2 obras publicadas, interpretou músicas que têm marcado a sua vida e trouxe a palco dois amigos especiais.

Gostei bastante do concerto, que foi gravado em direto para a Antena 1.
O ambiente em palco mostrava muita coesão, harmonia e amizade entre o cantor e os seus músicos, todos eles transmitindo gosto pelo que tocavam e fazendo sobressair a comunhão entre as palavras e as notas musicais.
Miguel Gizzas, com a sua forma simples, humana e bem-humorada de ser e de estar em palco, encantou o público, deixado-nos cada vez mais admiradores da sua escrita e da sua música.


Um pequenino vídeo caseiro, para despertar a curiosidade.



Alguns temas de Miguel Gizzas, no seu canal do YOUTUBE.

domingo, 9 de julho de 2017

«RECORDAR-TE», DE ALEXANDRA CONDUTO

Lembram-se de vos ter contado AQUI que tinha ido ao lançamento do novo livro de poemas de Alexandra Conduto?
Pois... Fui, adorei e fiquei apaixonada pelo livro.
Já o li e tem estado na minha mesinha de cabeceira para ser folheado e lidos ocasional e aleatoriamente os seus poemas. Só não tinha vindo ainda aqui dar a minha opinião... mas venho a tempo, pois «Recordar-te» é um livro para se ir saboreando, para se falar dele em momentos de sentimentos fortes, para ser recordado em nossas vidas, principalmente em momentos de saudade.

O segundo livro de Alexandra Conduto, tal como o primeiro, foi escrito em memória do seu pai. Homem de garra e de personalidade encantadora, gente de bem, trabalhador de corpo e alma, pai presente e marcante... todas estas suas características, e mais algumas, foram o mote para uma admiração imensa pelo homem que lhe deu o ser, pela pessoa que mais influenciou a sua vida e que despertou nela o gosto pelas palavras.

Em «Recordar-te», Alexandra reuniu um belíssimo conjunto de poemas que lhe saíram diretos do coração. As palavras saudade, lágrima, alma, amor, tempo, tristeza, caminhada... todas elas surgem numa dança de ritmo tocante e puro, com aroma a sentimentos fortes e íntimos. Neste livro, as saudades do pai ganham asas e expõe a autora através de poemas com vida, com passado, presente e futuro, com amor e admiração.

Gosto mesmo muito desta obra e vou mantê-la bem perto da cabeceira.
Também eu sinto saudades de pessoas que marcaram a minha vida e a verdade é que, nas palavras de Alexandra Conduto, encontro algum conforto e paz.

Podem adquiri o livro «Recordar-te» AQUI.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

BENEFÍCIOS DO MEL E DO LEITE PARA A NOSSA PELE

Devido às suas propriedades, o leite e o mel são dois alimentos muito importantes para a saúde. Normalmente as suas valias são associadas à nossa alimentação, mas a verdade é que os seus benefícios vão muito além disso.

O mel é rico em nutrientes essenciais e vitaminas, possuindo fortes propriedades antisséticas, hidratantes, antioxidantes, calmantes e antibacterianas. Mantendo a pele limpa e livre de bactérias e outros agentes invasores, regula também a produção de sebo pelas células sebáceas, agindo eficazmente sobre borbulhas e pontos negros ao desobstruir a pele e evitar a formação de fissuras
Este elixir natural atua sobre as peles secas, retendo o teor de hidratação das células, mantendo a pele lisa, macia e flexível, ao mesmo que a nutre e a deixa brilhante.

No leite também encontramos um conjunto poderoso de nutrientes: vitaminas A, B e D, cálcio, proteínas, fósforo, e ácido lático. Este último é um nutriente essencial na hidratação da pele, já que retém a humidade, deixando-a lisa e ajudando a controlar o seu PH. Age também como um escudo contra as agressões externas, verificando-se muito eficaz no tratamento da pele queimada e irritada.


Quando juntos, os dois alimentos transformam-se num tesouro exclusivo e inigualável para a nossa pele.

Conhecendo todas as vantagens do leite e do mel, a Oriflame criou uma gama de produtos compostos por estes dois alimentos, que trazem à nossa pele todas as suas vantagens. Falo da gama Milk & Honey, que inclui diversos produtos de alta qualidade e valor nutricional.


Champô, Condicionador e Máscara Capilar 


Creme de duche, Esfoliante e Sabonete



Creme de Corpo e Creme de Mãos


 Creme de Dia e Creme de Noite


Em todos os catálogos (que saem de 3 em 3 semanas), há produtos desta gama em promoção, permitindo comprá-los por um valor muito mais barato.
No catálogo atual, válido até ao dia 19 de julho, os produtos em promoção são:

- Creme de mãos e corpo por 5,95€ (em vez de 15€)
- Creme de noite e creme de dia, cada um por 14,95€ (em vez de 22€)
- Sabonete por 1,95€ (em vez de 5€)

VEJA TUDO AQUI.